Olá, pessoas bonitas
Sei que é um assunto que nem todo mundo gosta do tema, mas ela sempre nos ronda, pois bem, vou falar um pouco sobre a morte, que sem avisar, como um ladrão, ela chega e na hora em que menos se espera. 
Morrer é algo que nem quem vai, nem quem fica estão preparados para compreender. Uma hora está entre todos, outra hora está distante para sempre de todos. 
Não há rico, pobre, inteligente, famoso, influente, político, empresário, trabalhador, mendigo, ninguém escapa desse encontro.  Mais cedo ou mais tarde ela virá. 
Você acabou de ser promovido, tem planos para sua carreira, precisa fazer algo que deixou pendurado de ontem, pagar um conta, deixar os filhos na escola, e no meio do trajeto da rotina desgastante, em uma tarde ensolarada, MORRE. Como assim? Perguntam atônitos os que ficam. 
Há ainda os que escolhem a hora de partir, movidos irracionalmente pela depressão, decepção, desilusão, sem a felicidade que o dinheiro não comprou. Muitas vezes estão cheio de dinheiro mas vazio de felicidade, que é a essência que move nossas vidas. Aí todo mundo sempre faz a mesma pergunta: POR QUE? Como se isso fosse ajudar a explicar alguma coisa, como se a morte tivesse uma causa apenas.
A ordem natural das coisas ia tão bem na sua vida: Emprego, relacionamento, amor, casamento, filhos, lar, estabilidade. Em um piscar de olhos tudo se esvai. Num acidente na esquina, num AVC na flor da idade de uma vida sedentária ou não, numa doença que ninguém esperava ou nas mãos de um assaltante. Sempre fazemos a mesma pergunta: “POR QUE”?

Morrer é uma interrupção abrupta que nós nunca estaremos prontos para entender.  Antes dela chegar, você deixou em casa a sandália embaixo da cama, a escova de dente naquele lugar de sempre, e também algumas contas a pagar.  

Você segue sem saber se vai chegar o seu destino, começa um projeto sem ter a certeza que vai concluí-lo, diz que é feliz, mas esconde a infelicidade atrás de um “sorriso pré-moldado”. Malha todo dia e morre numa segunda de manhã. 
Queremos sempre viver bem a vida, mas não temos prioridades. Na correria do dia a dia, não conseguimos distinguir trabalho, lazer, tempo pra família. Morrer desfaz a ordem natural dos nossos planos. 

Morrer é um momento inescapável que marca nossa saída deste plano e petrifica ou não nossas lembranças a partir daí. Quem vive esperando o futuro pra ser feliz, perde a felicidade de cada momento da vida e do presente, preso às amarguras do passado e impedindo a felicidade do amanhã.

Esse é o grande mistério da vida: A capacidade de recomeçar, de se recompor, e seguir adiante depois de cada decepção. O melhor mesmo é fazer agora, é começar agora, ou mesmo recomeçar, pois deixar pra amanhã não tem garantia nenhuma. 
A vida bem vivida não é aquela orientada pela aparência, dinheiro, aquisições, status social ou nível intelectual, e sim pela busca da paz interior nos pequenos detalhes. 
Por isso viva tudo que há para viver. Deixe marcas. Será que vamos deixar boas lembranças? Ou simplesmente seremos lembrados como aquele que “já foi tarde”.
Dessa vida nada podemos levar, mas podemos deixar. Então deixe sementes, sejam elas de alegria, paz, amor, carinho ou dedicação. Entre tudo isso, nunca deixe de amar, aproveitar cada momento como se fosse o último, deixar boas impressões, apertar a mão do próximo, abraçar, brincar feito moleque, e sorrir, sorrir muito mesmo. 
Desapegue-se de tudo que pode enegrecer o seu coração e tornar a vida mais pesada do que ela já é. Grafar as lembranças ruins no ferro e as boas lembranças na areia da praia é o que torna muitas vidas vazias, por viverem relembrando o que deveriam esquecer e esquecerem o que deveriam relembrar. 
O que fica na vida não é o ponto de partida, nem o ponto de chegada, são as sementes que plantamos ao longo caminho.  Perdoe! Viva, não apenas exista.

Bjos longos!

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Hola, hola
Tenho assistido muitos filmes e mais um para conta foi o documentário Conversaciones con asesinos: Las cintas de Ted Bundy, sobre o maior assassino em série dos Estados Unidos entre os  anos 70 e 80. A figura de Bundy se faz muito presente agora que faz 30 anos de sua execução na cadeira elétrica em 1989.
Autor confesso da morte de ao menos 36 mulheres entre 1974 e 1978, o documentário utilizou mais de 100 horas de entrevistas inéditas gravadas em fita cassete, feitas no corredor da morte e que narra sua vida e seus crimes, antes de ser executado.

Theodore Robert Cowell Bundy, mais conhecido como Ted Bundy foi sequestrador, violador, ladrão e assassino em série de mulheres, sendo confirmados 36 assassinatos e finalmente foi condenado a morte e executado na cadeira elétrica em janeiro de 1989. Dois días antes de morrer reconheceu 30 assassinatos cruéis e sem piedade em sete estados diferentes dos Estados Unidos.
Bundy assegurava ouvir uma voz que lhe dizia para matar as mulheres. Apesar de ter cometido vários assassinatos, os mesmos não acalmavam suas ânsias e sempre voltava a repeti-los, com mais requinte e perfeição, para sentir-se satisfeito. 
Seu aspecto atrativo, amável, educado e com cara de bom genro fizeram a sociedade inicialmente, não considerá-lo como um assassino. Mas, enfim, diante das provas, a justiça finalmente declarou sua pena de morte.
"Queremos crer que podemos identificar as pessoas perigosas, mas o mais aterrador é que não podemos. As pessoas não se dão conta que convivem com assassinos em série em potencial". Ted Bundy
A série tem 4 episódios e relata como os jornalistas em 1980, passaram 100 horas entrevistando a Bundy, reflexionando sobre sua vida e muitas vezes em terceira pessoa. Além disso, conta com os relatos de seus amigos de infância, advogados, detetives e de uma mulher que conseguiu fugir dele e sobreviver a um de seus ataques, que foi crucial para sua condenação.
O assassino é aparentemente inofensivo, bonito, eloquente e inteligente com formação universitária em Direito e Psicologia e sobretudo, com um enorme poder de atração sobre as mulheres. 
Posso dizer que o documentário é interessante, chocante e ao mesmo tempo aliviador por saber que mesmo não havendo toda a tecnologia que há hoje em dia, a polícia conseguiu caçá-lo e prendê-lo. 
Muito difícil compreender a mente de um assassino, mas gostei do tipo de narração, das imagens reais, dos fatos e de toda a cronologia do caso. Um tipo comum que matou muitas mulheres sem muito esforço. Vale a pena assistir. 
Um beijo e até mais!

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Hola, pessoas lindas do meu coração!

Ela já foi considerada um acessório brega, cafona e totalmente out. Mas como na moda tudo é cíclico, a pochete voltou repaginada, com força total e virou sinônimo de estilo e personalidade.
Hola, gente linda de mi corazón!
Ella ya fue considerada un accesorio cafona y totalmente fuera. Pero como en la moda todo es cíclico, la pochete volvió repaginada, con fuerza total y se volvió sinónimo de estilo y personalidad.

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Olá, pessoas de bom coração!

Tenho assistido, nos poucos tempos de ócio, ao Netflix, mesmo que aqui tenha tv a cabo, às vezes, ou quase sempre há dias que não passa nada de interessante ou que ainda não tenha visto, então a melhor saída é mergulhar e se perder, nas séries ou nos filmes ...

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